“Em virtude do que está sendo veiculado pela imprensa e nas rede sociais, por meio desta, esclarecemos que:

 Uma mensagem fora colocada em um grupo privado de funcionários do RH , tal qual pedia para que fosse feito uma seleção de currículos já existentes na empresa. O levante era para o fomento de um banco-de-dados, em específico, para vagas de vigilante  em eventuais aditivos contratuais. 

Essa mensagem foi vazada do grupo, contextualizada e reverberada de má-fé, o que ocasionou esse constrangimento geral  na manhã desta segunda-feira (19) – para a empresa e trabalhadores.

Todos os trabalhadores , mesmo em meio ao dissabor de terem sido vítimas de meias verdades, foram atendidos e encaminhados à preencherem um formulário de cadastro-reserva, prática formal da empresa. Quanto à informar número do título de eleitor na pré-seleção, trata-se de uma inverdade chula e aviltosa.

Ademais, quando a empresa está com vagas disponíveis em massa, fazemos divulgação ampla de modo institucional (site oficial da empresa) e social (jornais, sites e colunas correlacionados), o que desmistifica a falácia de que há, meramente, cunho político.

Estamos no mercado há 19 anos e a nossa linha de trabalho sempre foi o bem-estar dos nossos funcionários, terceirizados e postulantes. 

Uma situação inadmissível, um fato isolado em que não nos manteremos alheios ou indiferentes.  Por isso tomaremos medidas legais cabíveis para chegarmos aos responsáveis desta infâmia.

Reiteramos o nosso compromisso com a população e pedimos desculpas pelo transtorno”. 

 

 

Grupo Esparta Segurança