Condutores de ambulância do Samu são homenageados – Secretaria de Saúde do Distrito Federal

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Profissionais são fundamentais para locomoção e deslocamento de equipes e pacientes

 

JURANA LOPES

 

Rapidez e segurança são dois critérios de extrema importância nos casos de atendimento e remoção de pacientes pelos condutores de ambulância. Para homenagear esses profissionais e comemorar o Dia Nacional do Condutor de Ambulância, celebrado em 10 de outubro, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) organizou nesta sexta-feira (9) uma programação especial para esses servidores.

 

O evento para a categoria contou com um café da manhã, exposição das cinco novas viaturas que substituirão as mais antigas, além de oficinas de capacitação. Esta é a primeira vez em que ocorre uma homenagem aos condutores do Samu.

 

Para o condutor Rodrigo Nunes, cada ocorrência é um novo desafio – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

 

Um deles é Rodrigo Nunes, que atua na unidade há seis anos e gosta muito da função que exerce. “Cada ocorrência é um novo desafio. O condutor tem o papel de deslocar a equipe, paciente e terceiros com segurança até o hospital. Dependendo do caso, não pode pular um quebra-molas, tem que dirigir rápido e com segurança”, afirma o profissional.

 

De acordo com ele, controlar as emoções no trânsito e conhecer as localidades é essencial para a agilidade no deslocamento. Para Rodrigo, uma homenagem à sua categoria é o reconhecimento da importância do trabalho prestado. “Ser condutor de ambulância vai além de ser somente um motorista. Nos capacitamos mensalmente para ajudar nos primeiros socorros”, explica.

 

Para o diretor substituto do Samu, Victor Arimatea, reconhecer o trabalho dos condutores é fundamental e, por isso, homenageá-los é tão necessário.

 

“Não chegaríamos às nossas vítimas se não fossem os nossos condutores. Além de dirigir, eles ajudam nos primeiros socorros, sabem fazer massagem cardíaca, abertura de bolsas, o que torna o atendimento mais rápido. Eles trabalham sintonizados com a equipe”, avalia Victor.

 

Para João Batista Alves, condutor há oito anos, a demanda de trabalho aumentou muito, principalmente porque a maioria das viaturas é unidade básica, em que circula somente o condutor e um técnico de enfermagem.

 

João Batista Alves é condutor há oito anos no Samu – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

 

“Hoje o nosso trabalho é essencial, porque precisamos conhecer os equipamentos do veículo e auxiliar os atendimentos. É um trabalho conjunto, de todos, em prol da agilidade e rapidez na remoção do paciente”, analisa o profissional.

 

Reconhecimento

 

Atualmente, o Samu conta com 167 condutores na ativa, e o último concurso realizado para aumentar o quadro de pessoal ocorreu em 2012, segundo Ricardo Teixeira, gerente de Mobilidade da unidade.

 

Samu conta com 167 condutores na ativa – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

 

“O intuito da homenagem hoje é lembrar a importância dos nossos condutores e apresentar as mudanças das novas ambulâncias. Elas são mais avançadas tecnologicamente, possuem maior controle de estabilidade”, informa.

 

Todas elas serão utilizadas como unidades de suporte avançado, ou seja, em que a equipe é composta pelo condutor, médico e enfermeiro. Já a unidade básica circula com o condutor e um técnico de enfermagem. Ao todo, são 30 unidades básicas e oito avançadas circulando nas ruas do DF.

 

Novas ambulâncias são mais avançadas e possuem maior controle de estabilidade – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

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