Micuim: 2a edição do jornal traz cartunista Laerte

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Uma super-entrevista de quatro páginas com a cartunista Laerte é o prato de resistência da segunda edição de Micuim que está chegando hoje (5) disposta a invadir todas as bolhas. Laerte é a pensadora que, todos os dias, tem a árdua tarefa de interpretar as insanidades de Brasília e do Brasil de 2020, sacando e sintetizando esse tempo maluco em cartuns antológicos. Além de política, ela fala de cultura, feminismo, transgeneridade, do assalto aos direitos dos trabalhadores e dos meses que passam sem que se saiba quem mandou matar Marielle.  

Na entrevista, onde é retratada por feras do traço, Laerte também aborda como a esquerda levou a pior na era das redes, após se afastar do mundo do trabalho e vida real dos brasileiros. E explica de que jeito se faz humor em dias tão azedos. Também dá seu pitaco sobre o que não fazer com Bolsonaro: “Internar não dá certo porque ele não é louco. Ele é um fascista mesmo”.  

Homenagem a Quino  

Quino, o genial cartunista argentino, é outro tema do número 2. Micuim e sua redação prestam uma homenagem ao pai da Mafalda, a guria respondona e rebelde, sempre preocupada em salvar o planeta da irresponsabilidade dos adultos. E por falar em genialidade, Marcelo Dunlop conta pra gente sobre o 84° aniversário do guru do Micuim, Luis Fernando Veríssimo.  

O suprimento de humor do Brasil de Fato RS ainda observa que o território do humor gráfico, tido e havido por muita gente como fortaleza inexpugnável dos machos, está sendo invadido pela mulherada. Micuim conversa com três talentosas moças especializadas na arte de fazer rir e pensar com a ponta do lápis na série Querela, que segue por mais edições apresentando as artistas do traço.  

Mas tem mais. Tem Carlos Castelo e Espatify, a playlist do Micuim. Ou seja, quais as músicas que têm a nossa cara nesse ano da graça e da desgraça de 2020. Tem os hits do Bozo, da Damares, do Ricardo Salles, do Moro, do Paulo Guedes…  

A origem da vacina   

Micuim traz, como sempre, O Disfuncional do Mês. Vamos fazer um misterinho por aqui e deixar que o leitor mesmo descubra qual foi a personalidade premiada.  

Numa época de pandemia e como Micuim é ciência, Fraga trata da origem da vacina, da qual resulta “um gene sem licença para matar”. Ainda na editoria de ciência hilária, Mário Goulart trata de robótica e bozótica.  

Renzo Mora vem para falar sobre máscaras, enquanto Ernani Ssó demonstra para quê serve a estupidez. Tem ainda uma tirada leve de sarro sobre o 20 de setembro, e mais um aniversário da epopeia farrapa – que já passou mas não poderíamos deixar passar.  

Micuim explica, na sua última página, para onde vai nossa grana. Tem de tudo por lá. Conta sobre o esquema de propina, como acontece a lavagem de dinheiro nos nossos bancos e esclarece o funcionamento de um Paraíso Fiscal —antes é preciso dar uma paradinha no Purgatório…   

Tudo com dezenas de cartuns, inclusive uma suruba grátis! 

Não perca. Corra já na sua bolha, pegue o Micuim e fure as bolhas alheias. 

:: Acesse aqui a 2ª edição do Micuim ::

Fonte: BdF Rio Grande do Sul

Edição: Katia Marko



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