🚨🖥️Sistema que integra registros de ocorrências avança na Segurança Pública do DF – Secretaria de Estado de Segurança Pública

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Adriana Machado, da Ascom – SSP/DF

 

Com o objetivo de integrar a gestão dos sistemas de ocorrências entre os órgãos do sistema de segurança pública, o Governo do Distrito Federal (GDF) editou um decreto, no âmbito da Secretaria de Segurança Pública (SSP), para formular um único sistema de registros e compartilhamentos de informações. Sob a coordenação da pasta, cada órgão já indicou sua equipe técnica para a formação de um grupo de trabalho que desenvolva soluções conjuntas. A integração das bases de dados atende leis do DF e da União.

 

Sistema único de informações vai beneficiar a sociedade com uma gestão mais eficiente | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

De acordo com o Decreto nº 42.081, a integração das bases de dados é ampla e inclui todas as forças de segurança, não se restringindo às polícias. Ou seja, ocorrências de busca e salvamento, do Corpo de Bombeiros, as de trânsito, do Detran, bem como as relacionadas à Defesa Civil também farão parte do sistema.

“A integração entre as forças de segurança é uma de nossas prioridades” Delegado Júlio Danilo, secretário de Segurança Pública

 

“A integração entre as forças de segurança é uma de nossas prioridades. Desta forma, o cumprimento das leis que versam sobre a obrigatoriedade de criação de um sistema único de atendimento vem ao encontro de nossas premissas e formato de trabalho já adotados”, avalia o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo.

 

De acordo com o titular da pasta da segurança, o novo modelo adequa-se ainda aos avanços tecnológicos e ao melhor atendimento da população, como previsto no programa DF Mais Seguro, que direciona as ações da secretaria até 2022. “O objetivo é avançarmos ainda mais, aproveitando todas as possibilidades que o uso da tecnologia pode trazer. Isso nos possibilita entregar para a sociedade serviços cada vez mais eficientes, superando o modelo de atuação isolada, com base em sistemas individuais”, ressalta.

 

Além de melhorar a gestão de informações e a consolidação das estatísticas oficiais, a integração vai impactar diretamente na definição das políticas de segurança pública. “Vamos fazer um melhor gerenciamento de ocorrências, que poderão ser acompanhadas desde o início até a conclusão, e compartilhar informações com quem depende dela para tornar o próprio trabalho cada vez mais eficiente”, completa Danilo.

 

Novo sistema vai favorecer as definições das políticas públicas de segurança | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Polícia Militar

Para o comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), coronel Márcio Vasconcelos, a alteração será importante e a corporação tem todo interesse, já que poderá melhorar os serviços prestados para a população. “Toda mudança que for para melhor atender a população, a PMDF estará presente e fará parte do processo, sempre da melhor forma possível”.

 

Polícia Civil

O delegado-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), delegado Robson Cândido, acredita que esta é uma conquista de toda a população. “Nesse contexto, de mais acesso e fluxo de informações, esperamos entregar uma resposta mais célere à sociedade e com mais assertividade. Em resumo, vejo um horizonte promissor, com mais crimes resolvidos e em menor tempo”, analisa.

Corpo de Bombeiros

“O objetivo é a integração, não havendo alterações de fluxos de atendimento e registro das ocorrências”, explica o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), coronel William Bomfim, que dá um exemplo: “Em uma ocorrência corriqueira no dia a dia do CBMDF, como um acidente automobilístico, diversas agências podem atuar em conjunto, como a PMDF, Detran, PCDF, entre outras. O registro único facilitará ainda a compilação de informações entre os órgãos da segurança pública”, afirma.

 

Detran

O diretor-geral do Departamento de Trânsito (Detran-DF), Zélio Maio, compactua com a afirmação dos demais chefes das forças de segurança sobre a importância do novo formato de atuação conjunta. “A integração entre as bases de dados só vem ratificar o trabalho conjunto das forças de segurança que assim terão acesso às informações mais completas”, finaliza.

 

Edição: João Roberto



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